Galeria de mapas mentais FORMAÇÃO DO ESPAÇO BRASILEIRO
A história da formação espacial brasileira remonta ao início do capitalismo comercial e da ocupação europeia (1500-1534), e se desenvolveu gradualmente sob a influência da economia canaverana no século XVI. Como componente importante das unidades de produção de açúcar, o progresso tecnológico dos motores teve um impacto profundo no treinamento espacial. No entanto, o surgimento da crise da economia do açúcar também trouxe desafios para a formação espacial. Apesar disso, o Brasil ainda insiste em avançar seu programa de treinamento espacial e melhorar continuamente sua competitividade no campo aeroespacial.
Editado em 2021-08-12 03:09:28A história da formação espacial brasileira remonta ao início do capitalismo comercial e da ocupação europeia (1500-1534), e se desenvolveu gradualmente sob a influência da economia canaverana no século XVI. Como componente importante das unidades de produção de açúcar, o progresso tecnológico dos motores teve um impacto profundo no treinamento espacial. No entanto, o surgimento da crise da economia do açúcar também trouxe desafios para a formação espacial. Apesar disso, o Brasil ainda insiste em avançar seu programa de treinamento espacial e melhorar continuamente sua competitividade no campo aeroespacial.
As Diretrizes de Novas Energias de 2021 abrangem conhecimentos nas áreas de ciências naturais e humanas, incluindo linguagem, matemática, decimais e sistemas métricos. Fornece suporte teórico multidimensional e orientação prática para o desenvolvimento de novas energias, integrando conhecimentos de diferentes disciplinas para promover a pesquisa e aplicação de novas tecnologias energéticas. Seja o princípio da conversão energética ou a interpretação de políticas e regulamentos relevantes, a integração e aplicação do conhecimento dessas disciplinas são indispensáveis para promover o desenvolvimento sustentável da nova indústria energética.
A história da formação espacial brasileira remonta ao início do capitalismo comercial e da ocupação europeia (1500-1534), e se desenvolveu gradualmente sob a influência da economia canaverana no século XVI. Como componente importante das unidades de produção de açúcar, o progresso tecnológico dos motores teve um impacto profundo no treinamento espacial. No entanto, o surgimento da crise da economia do açúcar também trouxe desafios para a formação espacial. Apesar disso, o Brasil ainda insiste em avançar seu programa de treinamento espacial e melhorar continuamente sua competitividade no campo aeroespacial.
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FORMAÇÃO DO ESPAÇO BRASILEIRO
1. CAPITALISMO COMERCIAL E O INÍCIO DA OCUPAÇÃO EUROPEIA (1500 - 1534)
O Brasil foi construído a partir do tripé monocultura de exportação, exploração da mão de obra escravizada e grande propriedade.
A função econômica do país era gerar um grande volume de recursos para a metrópole, Portugal.
Produzir e atender o mercado externo
Expanção territorial do país a partir do litoral, para garantir posse e o desenvolvimento do empreendimento de colonização proposto por Portugal.
Atividades produtivas
Ciclos econômicos
Ciclo da cana de açucas, ciclo na mineração, ciclo da borracha e ciclo do café
Drogas do sertão
Atividades econômicas e sociais que fazem parte do processo de expansão territprial do país.
Indígenas escravizados
Produtos nativos da floresta amazônica
O processo de formação territorial do Brasil está diretamente associado ao desenvolvimento do capitalismo na Europa.
Primeira fase do capitalismo: capitalismo comercial.
Grandes navegações ou a expanção marítima.
Busca de metais preciosos
Comercialização de especiarias
Escravos
Superioridade militar das potências europeias permitiu a criação de colônias em várias regiões do globo.
Pacto colonial: relações econômicas somente com a metrópole
Divisão internacional do trabalho: metrópoles forneciam produtos manufaturados e as colônias forneciam alimentos, matérias primas e escravos.
Ocupação dos portugueses no Brasil.
Primeiros momentos foram de um contato violento e intenso entre os grupos nativos e os colonizadores.
Muitos grupos indigenas se rebelaram
Redução considerável de sua população
Falta de um projeto efetivo de colonização em terras brasileiras
Desinteresse dos portugueses ligados a fatores internos e externos
Internamente: o não descobrimento de metais preciosos na costa brasileira trouxe um descontentamento
Externamente: o sucesso econômico das especiarias no Oriente.
Entre 1500 e 1534
Atividade econômica: exploração do pau brasil
Mão de obra indígena
Escambo
2. SÉCULO XVI: A ECONOMIA CANAVIEIRA
A derrocada do grande projeto de comércio das Índias Orientais e ameças sucessivas de invasão aos novos domínios coloniais portugueses
Necessidade de Portugal planejar um projeto de exploração colonial para região.
Implementação do sistema de capitanias hereditárias
Promover mecanismos de controle sobre o litoral das terras americanas
Intensificar a ocupação do Brasil
Administração da capitania pelo donatário
Não tiveram sucesso
Enorme extensão territorial a ser administrada
Carência de recursos
Ataques indígenas
Com a falha das capitanias hereditárias, era necessário uma atividade econômica que garantisse a exploração econômica e também a ocupação populacional
Lavouras de canas de açucar
No litoral
Modelo implementado: plantation
Nordeste brasileiro se tornou o centro dinâmico da vida social, política e econômica da colônia portuguesa
Mão de obra inicialmete dos índios
Tentativa não bem sucedida
Implementação da mão de obra negra africana
Tráfico negreiro
São Vicente e Pernambuco foram as únicas capitanias que deram certo
3. O ENGENHO: UNIDADE DE PRODUÇÃO DE AÇUCAR
Espaço mais relevante da produção de açucar era o engenho
Propriedade produtora da cana de açucar
Senhores de engenho
Elite do Brasil
Sistema de plantation
Latifúndio
Mão de obra escrava negra africana
Monocultura de exportação
Estrutura
Casa-grande
Senzala
Capela
Fábrica do açucar
Canaviais
Casas de trabalhadores livres
Pequena área voltada para a produção de subsistência, área de policultura voltada para o abastecimento dos moradores do engenho.
Produção voltada para o mercado externo e a destinação de áreas para os canaviais dependia dos valores do produto na Europa
Quanto maior o preço do produto, maior a área destinada.
Períodos de maior produção açucareira
Crise alimentar
População escrava é a mais afetada
4. CRISE DA ECONOMIA AÇUCAREIRA
Concorrência da produção holandesa em colônias na América Central
Falta de investimento
Desgaste do solo
5. AS ATIVIDADES SECUNDÁRIA NO SÉCULO XVII
Completar a economia do açucar e facilitar o povoamento do interior do Brasil
Pecuária extensiva
Ocupação espacial mais efetiva
Terras do interior
Agricultura de subsistência
Oferecer segurança alimentar e sustento para da classe social que formava a mão de obra livre do país
Atividade bandeirante
Capturar indígenas
Comercializá-los como escravos
11. CRISE DO CAFÉ
Sucesso do café no mercado internacional
Salto expressivo da produção
Oferta maior que demanda
Ações do governo
Compra sacas de café
Queima de grande volume de produto
Consequências: aumento da dívida pública
Crise 1929
Redução brusca do consumo e a demanda
10. AS MUDANÇAS NOS ESPAÇOS URBANOS
Infraestrutura logística, financeira e comercial para o processo de desenvolvimento da indústria nacional
Transformações por meio de reformas urbanísticas
A partir de 1860
Trabalhadores livres e assalariados
Formação de um mercado consumidor urbano
Desenvolvimeto de indústrias para atender o mercado em expansão
9. SÉCULO XIX: A ECONOMIA CAFEEIRA
Café era a principal atividade econômica no período que o Brasil se tornou independente de Portugal
Barões do café
Nova classe de poder
Mão de obra imigrante europeia
Proibição do tráfico externo de escravos
8. O DECLÍNEO DA ECONOMIA MINERADORA
A maioria das minas de ouro se esgotaram no fim do século XVIII
Os impostos cobrados pela coroa contribuíram para a mineração deixar de ser uma atividade econômica atraente
7. CONTROLE DE COROA PORTUGUESA
Cobrança de imposto mais expressiva e uma maior facilidade de fiscalização em comparação com a produção canavieira
Impostos
Quinto
Capitação
Derrama
Casas de Fundição
Dificultando as ações de contrabando
6. SÉCULO XVIII: A ECONOMIA MINERADORA
Mudança da capital para o Rio de Janeiro
Objetivo de impor um conjunto de medidas para incrementar a fiscalização sobre a extração, tributação e do transporte do ouro
Maior facilidade de escoamento do ouro pelo porto do Rio de Janeiro
Ocupação mais significativa de áreas interioranas por populações de origem portuguesa e africana e seus descendentes
Mão de obra escrava africana