Em relação ao conhecimento sobre deuses antigos, Ceres é um asteróide do sistema solar e o maior deles foi detectado pela sonda “New Horizons” da NASA em 2015.
Ceres tem o nome do deus romano dos campos arados e foi nomeado pelos astrônomos.
Ceres já foi considerado um possível décimo planeta no passado, mas agora é classificado como um planeta anão.
Ceres está localizada no “Cinturão de Cooper” entre Netuno e Marte e tem um período orbital de cerca de 800 anos.
Ceres tem um diâmetro de aproximadamente 950 quilômetros, equivalente a 2/3 do raio da Terra.
Acredita-se que a superfície de Ceres seja feita de gelo e rocha, com possível água líquida.
A gravidade de Ceres não é forte o suficiente para torná-lo esférico, por isso assume uma forma elíptica.
A superfície de Ceres apresenta relevos como montanhas e crateras de impacto.
Acredita-se que uma cratera de impacto na superfície de Ceres (chamada "Occator") seja um local onde existem materiais como magma ou minerais salinos.
A descoberta despertou o interesse dos cientistas porque provou que Ceres não era um asteróide morto como se pensava anteriormente.
Existem também alguns fenômenos misteriosos em Ceres, como o misterioso “fenômeno flash”.
Acredita-se que este fenômeno seja devido a algum tipo de atividade, mas os cientistas até agora não encontraram nenhuma explicação definitiva.
Missão de exploração Ceres:
Ceres foi detectado pela espaçonave New Horizons da NASA em 2015.
A sonda “Novos Horizontes” foi lançada em 2006, durou 9 anos e voou 5 bilhões de quilômetros.
A sonda passou por Ceres em 14 de julho de 2015, a apenas 12.500 quilômetros de Ceres.
A sonda retornou uma grande quantidade de informações sobre Ceres, incluindo imagens de alta resolução, mapas topográficos, composição de materiais, etc.
Estes dados são de grande importância para o estudo de questões como a formação e evolução do sistema solar, e também ajudarão a revelar a composição e a história evolutiva de Ceres.