Galeria de mapas mentais Disturbios eletroliticos
O equilíbrio eletrolítico envolve a sinergia de cinco íons principais: cálcio regula a coagulação (2,2-2,6mmol/L), magnésio afeta ATPase (0,7-1,1mmol/L), fósforo participa do metabolismo ósseo (0,8-1,5mmol/L), potássio mantém potencial de repouso (3,5-5,1mmol/L), e sódio determina pressão osmótica (135-145mmol/L). Durante a doença crítica, é necessário monitorar a lacuna iônica a cada hora (AG>12 indica acidose).
Editado em 2024-06-26 12:13:03O sistema único de saúde adota o modelo de pagamento DRG, com financiamento proveniente de impostos (70%) e previdência social (30%). A OMS recomenda a alocação de recursos com base no coeficiente de carga da doença, como a alocação de 40% do orçamento para a atenção primária à saúde. As pequenas e médias empresas podem obter empréstimos diferenciados através da estratificação de crédito FICO, enquanto as empresas de alta qualidade beneficiam de um desconto de 15% na taxa de juro de referência LPR.
O equilíbrio eletrolítico envolve a sinergia de cinco íons principais: cálcio regula a coagulação (2,2-2,6mmol/L), magnésio afeta ATPase (0,7-1,1mmol/L), fósforo participa do metabolismo ósseo (0,8-1,5mmol/L), potássio mantém potencial de repouso (3,5-5,1mmol/L), e sódio determina pressão osmótica (135-145mmol/L). Durante a doença crítica, é necessário monitorar a lacuna iônica a cada hora (AG>12 indica acidose).
O SUS foi instituído pela Constituição de 1988 e atualmente abrange uma população de 210 milhões (o maior sistema gratuito de saúde do mundo). A arquitetura de três níveis inclui: atenção básica (com grupos de saúde da família cobrindo 76% da população), rede de especialidades (UPAS tempo de resposta a emergências <15 minutos) e sistema hospitalar (2,4 leitos por mil pessoas). A gestão adota um sistema descentralizado (rácio orçamentário de três níveis da cidade federal de 4:3:3), com orçamento de 154 bilhões de reais em 2023. Os principais progressos incluem uma taxa de vacinação de 95% e uma redução de 60% nas taxas de mortalidade materna e infantil, mas ainda existem desafios: a lista de espera ultrapassa 2 milhões de pessoas (com um tempo médio de espera de 8 meses) e há uma escassez de 56000 médicos especialistas. A transformação digital está avançando (a taxa de cobertura dos prontuários eletrônicos chegou a 68%).
O sistema único de saúde adota o modelo de pagamento DRG, com financiamento proveniente de impostos (70%) e previdência social (30%). A OMS recomenda a alocação de recursos com base no coeficiente de carga da doença, como a alocação de 40% do orçamento para a atenção primária à saúde. As pequenas e médias empresas podem obter empréstimos diferenciados através da estratificação de crédito FICO, enquanto as empresas de alta qualidade beneficiam de um desconto de 15% na taxa de juro de referência LPR.
O equilíbrio eletrolítico envolve a sinergia de cinco íons principais: cálcio regula a coagulação (2,2-2,6mmol/L), magnésio afeta ATPase (0,7-1,1mmol/L), fósforo participa do metabolismo ósseo (0,8-1,5mmol/L), potássio mantém potencial de repouso (3,5-5,1mmol/L), e sódio determina pressão osmótica (135-145mmol/L). Durante a doença crítica, é necessário monitorar a lacuna iônica a cada hora (AG>12 indica acidose).
O SUS foi instituído pela Constituição de 1988 e atualmente abrange uma população de 210 milhões (o maior sistema gratuito de saúde do mundo). A arquitetura de três níveis inclui: atenção básica (com grupos de saúde da família cobrindo 76% da população), rede de especialidades (UPAS tempo de resposta a emergências <15 minutos) e sistema hospitalar (2,4 leitos por mil pessoas). A gestão adota um sistema descentralizado (rácio orçamentário de três níveis da cidade federal de 4:3:3), com orçamento de 154 bilhões de reais em 2023. Os principais progressos incluem uma taxa de vacinação de 95% e uma redução de 60% nas taxas de mortalidade materna e infantil, mas ainda existem desafios: a lista de espera ultrapassa 2 milhões de pessoas (com um tempo médio de espera de 8 meses) e há uma escassez de 56000 médicos especialistas. A transformação digital está avançando (a taxa de cobertura dos prontuários eletrônicos chegou a 68%).
3.1 - ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
Introdução
Conceito
Sistema público de saúde do Brasil.
Legislação
Instituído pela Constituição Federal de 1988 e Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990).
Objetivo
Garantir acesso universal, integral e igualitário aos serviços de saúde
Princípios e Diretrizes do SUS
Princípios
Universalidade
Acesso a todos os cidadãos
Integralidade
Atendimento completo desde promoção à reabilitação
Equidade
Distribuição justa dos recursos
Diretrizes
Descentralização
Gestão compartilhada entre os níveis federal, estadual e municipal.
Participação Social
Envolvimento da população na formulação e fiscalização das políticas de saúde.
Regionalização e Hierarquização
Organização dos serviços por complexidade e região.
Estrutura Organizacional do SUS
Atenção Primária:
Função
Porta de entrada; cuidados básicos de saúde.
Unidades
Unidades Básicas de Saúde (UBS), Estratégia Saúde da Família (ESF).
Serviços
Consultas, vacinação, pré-natal.
Atenção Secundária:
Função
Atendimento especializado
Unidades
Ambulatórios, centros de especialidades.
Serviços
Consultas com especialistas, exames diagnósticos.
Atenção Terciária:
Função
Serviços de alta complexidade.
Unidades
Hospitais gerais e especializados, unidades de terapia intensiva (UTI).
Serviços
Cirurgias complexas, tratamento intensivo.
Vigilância em Saúde:
Componentes
Vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e saúde do trabalhador.
Função
Monitoramento e controle de riscos à saúde pública.
Gestão do SUS
Gestão Federal:
Responsabilidade
Coordenação nacional e formulação de políticas.
Órgão
Ministério da Saúde.
Funções
Financiamento, diretrizes, monitoramento.
Gestão Estadual:
Responsabilidade
Coordenação regional de serviços
Órgão
Secretarias Estaduais de Saúde.
Funções
Planejamento regional, coordenação de redes de atenção.
Gestão Municipal:
Responsabilidade
Gestão local da atenção primária
Órgão
Secretarias Municipais de Saúde.
Funções
Execução dos serviços, planejamento local.
Financiamento do SUS
Fontes de Recursos:
Impostos
Tributos federais, estaduais e municipais.
Contribuições Sociais
Cofins e outras contribuições específicas.
Distribuição de Recursos:
Federal
Repasse para estados e municípios.
Estadual:
Gestão de média e alta complexidade.
Municipal
Execução de atenção primária.
Participação Social no SUS
Conselhos de Saúde:
Níveis
Municipais, Estaduais e Nacional.
Função
Discussão e deliberação sobre políticas de saúde.
Conferências de Saúde:
Função
Formulação de propostas para saúde.
Periodicidade
A cada quatro anos.
Desafios e Avanços do SUS
Desafios
Subfinanciamento
Recursos insuficientes.
Gestão e Eficiência
Dificuldades na administração.
Desigualdade Regional
Disparidades no acesso e qualidade.
Avanços
Ampliação do Acesso: Expansão dos serviços.
Programas de Saúde: Estratégia Saúde da Família (ESF), Mais Médicos.
Indicadores de Saúde: Melhoria na expectativa de vida, redução da mortalidade infantil.
Avaliação e Monitoramento do SUS
Ferramentas de Avaliação:
SIAB: Informações da atenção básica.
SIH: Registro de internações hospitalares.
Objetivo
Coleta de Dados: Informações sobre saúde da população.
Monitoramento: Avaliação contínua dos serviços prestados.
Conclusão
Compromisso: Saúde como direito de todos.
Participação Social e Gestão: Fundamentais para avanços e superação de desafios.
Avanços: Contribuição para melhoria dos indicadores de saúde da população.