MindMap Gallery Redes de Computadores - Padrões Ethernet
A mind map is a deep analysis of an advanced Ethernet technology. It defines a unique Ethernet technology and elaborates on the key significance of redesigning the location. Especially the relationship between MAC control and physical communication is like a subtle gear meshing, closely coordinated. The quasi Ethernet transmission speed characteristics of Fast Ethernet (100Base TX) are particularly outstanding, providing strong support for efficient data transmission in the field of computer networks and driving the continuous development and progress of information technology.
Edited at 2025-04-18 08:06:06Este mapa mental, criado com o EdrawMind, apresenta uma análise detalhada das redes de computadores sem-fio. Ele abrange conceitos, tecnologias (como Wi-Fi, Bluetooth, etc.), padrões (IEEE 802.11), segurança, vantagens e desvantagens, além de aplicações práticas. O mapa é organizado de forma hierárquica, facilitando a compreensão dos componentes e funcionamento das redes wireless. Este recurso é essencial para estudantes, profissionais de TI e qualquer pessoa interessada em entender as redes sem-fio.
A mind map is a deep analysis of an advanced Ethernet technology. It defines a unique Ethernet technology and elaborates on the key significance of redesigning the location. Especially the relationship between MAC control and physical communication is like a subtle gear meshing, closely coordinated. The quasi Ethernet transmission speed characteristics of Fast Ethernet (100Base TX) are particularly outstanding, providing strong support for efficient data transmission in the field of computer networks and driving the continuous development and progress of information technology.
O padrão Ethernet é uma especificação geral para a tecnologia Ethernet. Ele define detalhes técnicos detalhadamente, cobrindo a camada física da rede local e camada de controle de acesso à mídia (MAC). Fast Ethernet (100Base TX), como um tipo comum, especifica uma velocidade de transmissão de 100Mbps para fornecer base técnica padronizada, eficiente e estável para a transmissão de dados de rede local, garantindo qualidade e desempenho da comunicação de rede.
Este mapa mental, criado com o EdrawMind, apresenta uma análise detalhada das redes de computadores sem-fio. Ele abrange conceitos, tecnologias (como Wi-Fi, Bluetooth, etc.), padrões (IEEE 802.11), segurança, vantagens e desvantagens, além de aplicações práticas. O mapa é organizado de forma hierárquica, facilitando a compreensão dos componentes e funcionamento das redes wireless. Este recurso é essencial para estudantes, profissionais de TI e qualquer pessoa interessada em entender as redes sem-fio.
A mind map is a deep analysis of an advanced Ethernet technology. It defines a unique Ethernet technology and elaborates on the key significance of redesigning the location. Especially the relationship between MAC control and physical communication is like a subtle gear meshing, closely coordinated. The quasi Ethernet transmission speed characteristics of Fast Ethernet (100Base TX) are particularly outstanding, providing strong support for efficient data transmission in the field of computer networks and driving the continuous development and progress of information technology.
O padrão Ethernet é uma especificação geral para a tecnologia Ethernet. Ele define detalhes técnicos detalhadamente, cobrindo a camada física da rede local e camada de controle de acesso à mídia (MAC). Fast Ethernet (100Base TX), como um tipo comum, especifica uma velocidade de transmissão de 100Mbps para fornecer base técnica padronizada, eficiente e estável para a transmissão de dados de rede local, garantindo qualidade e desempenho da comunicação de rede.
Redes de Computadores - Padrões Ethernet
Conceitos Importantes
BPDU
Definições
BPDU é a sigla para Bridge Protocol Data Units, que são quadros especiais trocados entre comutadores para permitir o cálculo do caminho de menor custo em uma rede.
Os BPDUs são usados para:
Trocar informações como o bridge ID e o custo de caminho de um nó para a raíz;
Eleger o switch principal, que é o switch raiz;
Formar a topologia em árvore que torna o Spanning Tree Protocol (STP) possível;
Comutador de rede
Um comutador de rede, também conhecido como switch, é um dispositivo de hardware que permite a conexão de diversos dispositivos em uma rede local (LAN). Ele funciona como um ponto central de comunicação, direcionando o tráfego de rede e garantindo que os dados sejam enviados para o destino correto.
IEEE 802.1D
Principais conceitos
VLANs: O STP pode ser configurado para operar em diferentes VLANs, permitindo a segmentação da rede.
Rapid Spanning Tree Protocol (RSTP): Uma versão mais rápida e eficiente do STP, que reduz o tempo de convergência da rede.
Multiple Spanning Tree Protocol (MSTP): Uma extensão do STP que permite a criação de múltiplas instâncias do protocolo em uma única rede.
STP (IEEE 802.1d)
É utilizado em redes de computadores para prevenir loops que podem ocorrer em uma LAN com pontes bridges redundantes.
É o protocolo que implementa o algoritmo de árvore de expansão de forma automática e distribuída na rede.
Obs.: No STP e no RSTP, há apenas uma única árvore para toda a rede
Utiliza o algoritmo de spanning tree para criar uma árvore lógica na rede, desativando automaticamente os links redundantes e prevenindo loops.
Características
O padrão define um mecanismo que permite a criação de redes locais redundantes sem que os loops de rede prejudiquem o tráfego de pacotes.
Uma das principais limitações do STP era o longo tempo de convergência.
Define como os dispositivos se autenticam na rede, permitindo ou negando o acesso com base na autenticação do usuário ou do dispositivo.
Criam uma topologia de árvores (spanning tree) de toda a rede em ponte, evitando loops.
Estabelece as regras para a comutação de pacotes entre diferentes segmentos de uma rede
Seu objetivo principal é garantir uma rede livre de loops
STP garante que os loops sejam evitados por meio da seleção de caminhos ativos e a desativação temporária dos caminhos redundantes.
O protocolo Spanning Tree (STP) precisou ser aprimorado para resolver suas limitações.
Processo de eleição: O switch com menor prioridade e menor endereço MAC é eleito como Root Bridge.
Principais elementos
Root Bridge: O dispositivo eleito como a raiz da árvore.
Root Path Cost: O custo do caminho de cada dispositivo até a raiz.
Bridge ID: Um identificador único para cada dispositivo.
Port State: O estado de cada porta do dispositivo (bloqueado, escuta, aprendizado, encaminhamento).
Erros comuns na configuração do STP
Loops: A principal causa de problemas com o STP.
Configuração incorreta da prioridade: Pode levar à eleição de um root bridge indesejado.
Custo de porta incorreto: Pode afetar o cálculo do root path cost.
Desabilitação do STP em portas críticas: Pode causar loops.
Estados das Portas no STP
Blocking (Bloqueado): A porta não transmite ou recebe dados.
Listening (Escuta): A porta escuta o tráfego na rede, mas não participa ativamente.
Learning (Aprendizado): A porta aprende os endereços MAC dos dispositivos conectados a ela.
Forwarding (Encaminhamento): A porta está ativa e encaminha quadros.
Disabled (Desabilitado): Porta fora da operação STP.
Principais objetivos
- Prevenir loops de rede através do uso do Spanning Tree Protocol (STP). - Garantir redundância: a rede pode ter caminhos alternativos sem causar loops. - Melhorar a eficiência da comutação de pacotes em redes locais. - Facilitar o escalonamento de redes, permitindo a adição de novos dispositivos sem causar problemas de conectividade.
Função
Define o protocolo Spanning Tree (STP) para evitar loops em redes LAN com múltiplos caminhos redundantes.
Estados
Blocking: A porta bloqueia todo o tráfego de pacotes. Esse estado é usado para evitar loops.
Listening: A porta ouve os BPDUs da rede, mas ainda não encaminha pacotes.
Learning: A porta começa a aprender os endereços MAC dos dispositivos da rede, mas ainda não encaminha pacotes.
Forwarding: A porta finalmente encaminha pacotes. Apenas as portas no estado forwarding são usadas para o envio de dados.
Disabled: A porta não participa do STP e não encaminha pacotes.
Vantagens
- Recuperação automática: Quando um link ativo falha, o STP automaticamente ativa um dos caminhos de backup, minimizando o impacto para os usuários. - Manutenção de múltiplos caminhos: O STP permite que múltiplos caminhos existam na rede sem causar loops, mantendo assim a redundância sem sacrificar a estabilidade da rede. - Escalabilidade: Redes maiores e mais complexas podem ser projetadas com múltiplas bridges e switches, sabendo que o STP será capaz de gerir os caminhos ativos e inativos de forma eficiente.
Desvantagens
O IEEE 802.1D não foi projetado com foco em grandes redes de centros de dados ou redes comutadas em larga escala
Substituído por padrões mais modernos, IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree Protocol - RSTP)
IEEE 802.1Q/p
Este padrão é utilizado para a criação de VLANs, permitindo a segmentação e o isolamento do tráfego de rede.
IEEE 802.1w
Características
O RSTP é descrito no padrão IEEE 802.1w.
O Rapid Spanning Tree Protocol (RSTP) foi criado para melhorar o desempenho do STP.
Convergência
O STP clássico, descrito no IEEE 802.1D, levava de 30 a 50 segundos para convergir.
Com o RSTP, o tempo de convergência foi reduzido para milissegundos ou poucos segundos.
O tempo de convergência no RSTP depende da configuração da rede.
O principal objetivo do RSTP é reduzir o tempo de convergência da rede.
Função
Evolução do STP clássico, o RSTP (Rapid Spanning Tree Protocol) reduz drasticamente o tempo de convergência para poucos segundos.
Compatibilidade
Retrocompatível com o STP, permitindo a coexistência com dispositivos legados.
Principais melhorias
- Menor tempo de convergência: O RSTP converte a rede rapidamente (milissegundos a poucos segundos). - Portas de Backup e Alternativas: Novos estados de porta permitem maior eficiência: * Alternate Port: Fornece um caminho alternativo para a Root Bridge. * Backup Port: Caminho redundante dentro do mesmo segmento. - Estados de portas simplificados: Discarding, Learning, Forwarding (menos estados comparado ao STP).
Benefícios
- Rápida recuperação de falhas. - Melhor eficiência em redes complexas. - Compatibilidade com o STP.
Vantagens
- Evolução do Spanning Tree Protocol (STP) original: com a principal vantagem de possuir maior velocidade de convergência. - Alta Disponibilidade: Reduz o tempo de inatividade em redes Ethernet, aumentando a disponibilidade do serviço. - Topologia Livre de Loops: Garante que a rede permaneça livre de loops, evitando problemas de broadcast storms e colisões. - Facilidade de Configuração: A maioria dos parâmetros do RSTP permanece inalterada em relação ao STP, facilitando a configuração para usuários familiarizados com o STP. - Garante uma recuperação rápida e eficiente em caso de falhas
Os Estados
- Discarding(Descarte): O estado inicial de uma porta quando um dispositivo é conectado. Substitui os estados Disabled, Blocking e Listening do STP tradicional. - Learning(Aprendizagem): O switch recebe um BPDU superior, para de enviar os seus próprios BPDUs e retransmite os BPDUs superiores. - Forwarding(Encaminhamento): A porta está apta a enviar frames para a rede.
O Rapid Spanning Tree Protocol − RSTP
As principais funções das portas em RSTP: Root: Porta que tem a menor ponte (bridge ID) e caminho de custo acumulado até a raiz. Serve como caminho principal para alcançar a raiz da árvore. Designated: Porta que encaminha quadros para a rede local. Cada segmento de rede deve ter uma porta designada, que é responsável por encaminhar pacotes para fora desse segmento. Alternate: Porta que oferece um caminho alternativo de backup para a raiz. Ela fica em estado de discard quando a porta raiz está ativa, mas pode se tornar ativa se a porta raiz falhar. Backup: Porta que oferece um caminho de backup dentro do mesmo segmento de rede como a porta designada. Também fica em estado de discard a menos que a porta designada falhe.
Principais Melhorias: Convergência mais rápida: O RSTP reduz o tempo de convergência para menos de 10 segundos, em comparação com o STP, que pode levar de 30 a 50 segundos23. Novos Estados e Papéis de Porta: O RSTP introduz novos estados de porta(Discarding (Descarte), Learning (Aprendizagem) e Forwarding (Encaminhamento)) e papéis de porta (Root, Designated, Non-Designated), que ajudam na rápida recuperação da rede2. BPDU de Melhoria: O RSTP usa um novo formato de BPDU (Bridge Protocol Data Unit) que permite uma comunicação mais eficiente entre os switches. Detecção e Propagação de Mudanças de Topologia: O RSTP detecta rapidamente mudanças na topologia da rede e propaga essas mudanças de forma eficiente, reduzindo o tempo de inatividade23. Compatibilidade com STP: O RSTP é compatível com o STP, permitindo que redes existentes migrem para o RSTP sem a necessidade de substituir todo o equipamento
Funcionamento
Funciona identificando links de ponto a ponto e bloqueando outros caminhos possíveis. Quando um link ponto a ponto falha, um link alternativo designado assume o controle.
Os protocolos de spanning tree criam uma topologia de árvores (spanning tree) de toda a rede em ponte, evitando loops.
IEEE 802.1s
Conceitos
Padrão IEEE que especifica o protocolo MSTP (Multiple Spanning Tree Protocol), que é usado para fornecer redundância e tolerância a falhas em redes Ethernet com várias VLANs (redes locais virtuais).
Esse padrão trata de MSTP (Multiple Spanning Tree Protocol), que é uma evolução do STP (Spanning Tree Protocol).
Multiple Spanning Tree Protocol (MSTP), descrito no padrão IEEE 802.1s
- É protocolo que permite a criação de múltiplas árvores de spanning tree dentro de uma única rede física. - Cada árvore (ou instância) pode ser associada a um conjunto de VLANs.
O Multiple Spanning Tree Protocol (MSTP) permite a criação de múltiplas instâncias do protocolo em uma única rede.
Distribuir a carga de serviço (load balancing) das instâncias;
Permitir que o tráfego das VLANs de uma região use caminhos independentes de outras regiões;
Permitir a troca de informações entre VLANs distintas.
Multiple Spanning Tree Protocol (MSTP), uma evolução do Rapid Spanning Tree Protocol (RSTP)
MSTP visa otimizar ainda mais a utilização da rede, especialmente em ambientes complexos e com múltiplas VLANs
Vantagens
MSTP resolve esse problema ao permitir que múltiplas instâncias de spanning tree sejam criadas, cada uma correspondendo a um conjunto de VLANs, possibilitando uma melhor distribuição de carga.
Funcionalidades
- De criar uma topologia sem loop em redes locais com múltiplos switches e VLANs. - Realizar a funcionalidade do Spanning Tree individualmente para cada VLAN. - Criação de instâncias de Spanning Tree para cada grupo de VLANs, melhorando a eficiência e a resiliência da rede. - Extensão do RSTP, o MSTP permite a criação de múltiplas instâncias de Spanning Tree para diferentes VLANs.
MSTI (Multiple Spanning Tree Instance)
Grupos de VLANs podem ser associados a instâncias diferentes de spanning tree, o que permite o balanceamento de tráfego.
Componentes
- CST (Common Spanning Tree): Uma única árvore spanning tree comum para toda a rede, interoperável com switches STP e RSTP. - IST (Internal Spanning Tree): Cada switch possui sua própria árvore interna.
Benefícios
- Balanceamento de carga: Permite que diferentes VLANs utilizem caminhos físicos diferentes, otimizando o uso dos links. - Escalabilidade: Adequado para redes corporativas com múltiplas VLANs. - Resiliência: Assim como o RSTP, oferece rápida recuperação de falhas. - Compatibilidade: Retrocompatível com STP e RSTP.
IEEE 802.1X
O Padrão IEEE 802.1X é um padrão para controle de acesso à rede, que utiliza o protocolo EAP (Extensible Authentication Protocol) para autenticação. Este padrão define um mecanismo que permite ou nega o acesso a uma rede com base em um processo de autenticação, garantindo que apenas usuários autorizados possam se conectar a uma determinada rede. Em resumo, o 802.1X é amplamente utilizado em ambientes de rede, especialmente em redes com fio (LAN) e redes sem fio (WLAN), como um meio de reforçar a segurança no acesso à rede.
Conceitos:
Este padrão é voltado para controle de acesso à rede através de autenticação, conhecido como Port-Based Network Access Control.
Este padrão é utilizado para controle de acesso à rede, baseado na autenticação de usuários e dispositivos.
Introdução ao Padrão 802.1X
Utlilizado em redes com fio (LAN) e redes sem fio (WLAN)
Reforça a segurança no acesso à rede
Contexto e importância
A criação do padrão 802.1X veio em resposta à crescente necessidade de segurança no controle de acesso.
Com o aumento das ameaças internas e externas em redes corporativas e governamentais, tornou-se fundamental um meio robusto de autenticar dispositivos e usuários que tentam acessar os recursos de rede.
Autenticação
802.1X oferece um processo dinâmico e escalável de autenticação
Componentes do Padrão 802.1X
O processo de autenticação envolve três partes distintas:
Sujeitos envolvidos
Supliante (Supplicant)
- O supliante é o dispositivo ou usuário que solicita o acesso à rede. - Ele é o cliente na estrutura de rede 802.1X. - o supliante pode ser o laptop ou smartphone que tenta se conectar à rede.
Autenticador (Authenticator)
O autenticador é o dispositivo que controla o acesso à rede e age como um intermediário entre o supliante e o servidor de autenticação.
Ele não autentica diretamente o supliante, mas restringe o acesso à rede até que o processo de autenticação seja concluído.
Um exemplo típico de autenticador seria um switch em uma rede com fio ou um ponto de acesso (AP) em uma rede sem fio.
Função do autenticador:
Permitir a comunicação inicial do supliante com a rede apenas para fins de autenticação. Caso o supliante seja autenticado com sucesso, o autenticador então libera o acesso total à rede.
Servidor de Autenticação (Authentication Server)
O servidor de autenticação é responsável por verificar as credenciais fornecidas pelo supliante.
- Ele realiza o processo real de validação, geralmente utilizando o protocolo RADIUS (Remote Authentication Dial-In User Service) para gerenciar as informações de autenticação.
Este servidor pode estar integrado com uma base de dados contendo os registros de usuários e seus métodos de autenticação, como Active Directory em um ambiente corporativo.
Função principal:
Confirmar se as credenciais apresentadas pelo supliante são válidas. Após a validação, ele comunica ao autenticador se o acesso deve ser concedido ou negado.
O papel do protocolo EAP (Extensible Authentication Protocol)
Desempenha um papel central no processo de autenticação no padrão 802.1X.
Ele oferece um framework de autenticação extensível, permitindo que diferentes métodos de autenticação sejam suportados.
Com o EAP, a rede pode usar vários tipos de credenciais para autenticar o supliante, como:
Certificados digitais
Nomes de usuário e senhas
Cartões inteligentes
Variações do EAP
EAP-TLS (Transport Layer Security): Usa certificados digitais para autenticação.
EAP-PEAP (Protected Extensible Authentication Protocol): Cria um túnel seguro para autenticação usando credenciais como nome de usuário e senha.
Principais modos de autenticação:
EAP-TLS (Transport Layer Security): Um dos modos mais seguros de autenticação, utilizando certificados digitais para a troca de chaves e garantindo a confidencialidade e integridade das comunicações.
EAP-TTLS (Tunneled Transport Layer Security): Similar ao EAP-TLS, mas mais flexível, pois permite a utilização de outros métodos de autenticação dentro de um túnel seguro.
EAP-MD5: Um método mais simples e menos seguro, que utiliza hashes MD5 para a autenticação, sendo suscetível a ataques de força bruta.
Resumo:
❖ O supliante é o dispositivo que solicita acesso à rede. ❖ O autenticador controla o acesso inicial e atua como um intermediário. ❖ O servidor de autenticação verifica as credenciais e concede ou nega o acesso. ❖ O EAP é o protocolo utilizado para suportar diferentes métodos de autenticação.
IEEE 802.3
Este é o padrão para Ethernet em geral
Define a tecnologia Ethernet e especifica detalhes técnicos relacionados à camada física e à camada de controle de acesso ao meio (MAC) de redes locais.''
IEEE 802.3u
O IEEE 802.3u é uma extensão do padrão IEEE 802.3, que define a tecnologia Fast Ethernet. Foi publicado em 1995 e introduziu velocidades de transmissão de dados de 100 Mbps em redes Ethernet, uma evolução significativa em relação à Ethernet tradicional, que oferecia 10 Mbps. Em resumo, o IEEE 802.3u foi um marco na evolução das redes Ethernet, oferecendo um aumento significativo na velocidade e mantendo a simplicidade e confiabilidade que tornaram a Ethernet tão popular.
Também conhecido como Fast Ethernet (100Base-TX), especifica velocidade de transmissão de 100 Mbps para Ethernet;
Fast Ethernet foi introduzida como o padrão IEEE 802.3u, foi substituída pelo padrão IEEE 802.3z(Gigabit Ethernet)
Trata-se do padrão de Fast Ethernet, que define a operação de Ethernet a 100 Mbps.
Esse padrão especifica o Fast Ethernet, que é uma versão mais rápida da Ethernet original (10 Mbps), operando a 100 Mbps.
Marco na evolução do Ethernet, já que manteve compatibilidade retroativa, permitindo que redes coexistissem com diferentes velocidades.
Velocidade
Fast Ethernet opera a 100 Mbps, 10 vezes mais rápido que o padrão Ethernet original (10 Mbps).
Modos de operação: Suporta dois modos:
Half-duplex: O tráfego é bidirecional, mas apenas um dispositivo pode transmitir por vez.
Full-duplex: Ambos os dispositivos podem transmitir e receber dados simultaneamente, o que efetivamente dobra a taxa de transferência.
Tipos de cabos suportados:
100BASE-TX: Usa dois pares de cabos de par trançado (categoria 5 ou superior), sendo o mais comum para redes Fast Ethernet.
100BASE-FX: Utiliza fibra óptica, adequado para longas distâncias.
100BASE-T4: Usa quatro pares de cabos de par trançado (categoria 3), mas foi menos utilizado.
Compatibilidade:
Fast Ethernet (IEEE 802.3u) é compatível com o padrão Ethernet anterior (IEEE 802.3), o que permitiu uma transição suave para redes que já usavam a tecnologia Ethernet.
Aprimoramento no controle de fluxo:
O IEEE 802.3u trouxe melhorias no controle de fluxo em redes full-duplex, reduzindo colisões e aumentando a eficiência.
Autonegociação:
Este recurso permite que dispositivos que suportem diferentes velocidades negociem automaticamente a velocidade mais alta e o modo de operação disponível entre eles.
Propósito:
O 802.3u foi criado para responder à crescente demanda por redes mais rápidas sem a necessidade de substituir completamente as infraestruturas existentes.
Método de Acesso:
Utiliza CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection), o mesmo método de acesso do Ethernet tradicional, para controlar o acesso ao meio físico em half-duplex.
Compatibilidade com Ethernet:
Este padrão é compatível com Ethernet original (10BASE-T), o que facilita a integração em redes pré-existentes e possibilita a interoperabilidade entre equipamentos de 10 Mbps e 100 Mbps
Variedades de 100BASE-T:
100BASE-TX: Utiliza cabo de par trançado CAT5 ou superior. 100BASE-FX: Usado para fibra óptica, ideal para conexões de longa distância. 100BASE-T4: Suporta cabos CAT3, mas requer quatro pares para transmitir dados.
IEEE 802.3z
Gigabit Ethernet foi introduzida pelo padrão IEEE 802.3z, na qual veio a substituir Fast Ethernet (padrão IEEE 802.3u)
IEEE802.3ae
Também conhecido como 10 Gigabit Ethernet, ou 10 Gbits/s Ethernet over Fiber, especifica uma velocidade de transmissão de 10 Gbps para Ethernet.
Refere-se ao padrão para Ethernet de 10 Gigabits.
IEEE802.3af
Conceitos
Spanning Tree Protocol (STP) é parte integral do padrão IEEE 802.1D
É uma tecnologia que permite a passagem de energia elétrica juntamente com os dados pelo mesmo cabo de rede Ethernet.
Criado pelo Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE)
Este padrão está relacionado ao Power over Ethernet (PoE), que fornece energia elétrica juntamente com dados em cabos Ethernet.
Características
Elimina a necessidade de tomadas elétricas próximo a estes dispositivos.
Complete the the.